Mais consciência sobre o próprio funcionamento e liberdade diante de padrões antigos
Antes de modificar um padrão, é necessário reconhecê-lo. Na terapia, investigamos como determinadas respostas se repetem: o que costuma desencadear o sofrimento, quais emoções aparecem, quais pensamentos ganham força, como o corpo reage e quais comportamentos surgem quase automaticamente.
Também buscamos compreender em que contextos essas respostas foram aprendidas e que função desempenharam ao longo da história. Essa consciência não tem como finalidade produzir uma autoanálise interminável, mas ampliar a possibilidade de responder de outras maneiras quando os padrões antigos já não favorecem a vida atual.